À descoberta do “Livro de Cesário Verde”

Os alunos de 11º ano partiram à descoberta do Livro de Cesário Verde e dessa aventura resultaram alguns exercícios interessantes de intertextualidade . Aqui ficam alguns poemas em diálogo com outras vozes artísticas. 1 EU e ELA Cobertos de folhagem, na verdura, O teu braço ao redor do meu pescoço, O teu fato sem ter … LER MAIS

Crescer

Procuro sempre as frases dos outros para justificar as minhas posições. Parece que oferecem uma proteção das críticas dos outros, apenas porque já houve outra pessoa a pensar o mesmo que eu. Acaba por ser uma atitude insegura. Talvez cobarde. O eco das palavras de quem já fez algo no mundo é o meu escudo. … LER MAIS

A Noite dos Museus

A Noite Europeia dos Museus, criada pelo Ministério Francês da Cultura e da Comunicação, irá decorrer a 21 de maio, e os museus portugueses irão associar-se, uma vez mais, a estas celebrações. O tema proposto para 2016 – “Museus e Paisagens Culturais” –, visa promover a ideia de museu enquanto centro territorial de uma proteção … LER MAIS

Chuva

Já passavam cerca de duas horas desde que as aulas haviam acabado. Em circunstâncias normais, ter-se-ia encaminhado para casa enquanto o céu ganhava uma cor avermelhada e, eventualmente, escurecia, ficando o caminho apenas iluminado pela luz ténue dos lampiões e das lojas e cafés que ainda estivessem abertos a essa hora. Mas nesse dia era … LER MAIS

Ainda Mário de Sá-Carneiro…

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Na sequência do centenário da morte de Mário de Sá-Carneiro, a Cátedra Poesia e Transcendência da Universiadade Católica apresentou um vídeo de Luís Costa [nosso ex-aluno], com seis poemas de Mário de Sá-Carneiro lidos pelos poetas Valter Hugo Mãe e Jorge Melícias.

Textos Coletivos — 5.º ano

A viagem Era uma vez uma lagarta chamada Tixa. Vivia num cogumelo envolvido pelas mais sumptuosas flores da floresta. No seu interior, a sua cama de folhas secas flutuava sob um quadro com uma paisagem primaveril, pintada com uma majestosa montanha com borboletas a voar em seu redor. Aí estava retratado o seu sonho, subir … LER MAIS

Quando Sá-Carneiro mostrou o caminho a Pessoa

Um século depois do seu suicídio em Paris, aos 25 anos, Mário de Sá-Carneiro ainda não se libertou inteiramente da gigantesca sombra de Fernando Pessoa, continuando muitas vezes a ser visto como o amigo extravagante do grande poeta universal, uma espécie de número dois do nosso primeiro modernismo. No entanto, se o poeta de Indícios … LER MAIS

Porque as coisas grandes não têm nome

Passava apressadamente, naquele dia cavernoso de fevereiro, num corredor nobre do conservatório. Como sempre, o cheiro do soalho e da chuva, que parecia engolir a janela, fazia-me entrar num mundo de Romance e Utopia, de uma arte desenfreada e prazerosamente bela. A poesia em música, não a poesia das palavras mortas, não; a verdadeira poesia, … LER MAIS